Ser PROFESSOR

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Minha mãe

O tempo passa e de repente vejo minha mãe aos 81 anos! Cabeça e alma de 50, mas o corpo e as consequências da idade, não.
Ela sabe tudo e me dá conselhos, preocupa-se com minha saúde e meu bem estar. Preocupa-se, inclusive, com minha vida amorosa. Pode? É mesmo uma verdadeira MÃE_AMIGA!


Sua coluna está maltratada pela idade e pelo trabalho de anos a fio em uma máquina de costura. Aguarda há quase um ano um tratamento mais profundo no Hospital Sarah.
Cirurgia? Nem pensar.
Ah!!! Como seria bom se hoje ela fosse mais nova! Poderíamos passear mais amiúde, correr na areia da praia, ir ao Corcovado. Subir e descer escadas e rampas, pulando. Ah... Como seria bom!
Ela, que durante toda sua existência viveu para me apoiar, me respaldar, me dar carinho e educação. Sempre teve um olhar amigo sobre tudo que faço. Nunca me deixou!


Seria maravilhoso se Deus pudesse lhe dar a cura para suas dores. Mas o tempo passou, e muito rápido.
Quase não faço nada para lhe ser grata. O que faço? É o mínimo! Poderia e deveria fazer mais, mas ela é tão nobre que me apóia, inclusive, não deixando transparecer que ela é mais para mim, que eu para ela.
Amo-a muito e queria ser sua filha de novo, tantas vezes eu tivesse que viver.


Deus a abençoe e guarde!
Deus lhe dê felicidades!
Deus lhe proteja sempre!